sexta-feira, 23 de maio de 2008

Link para músicas - Conexão Vocal

Atenção

Aqui está o link para baixar as duas músicas do conexão vocal. Cantada e Playback.

http://www.4shared.com/dir/7218850/1fc211a4/Conexo_Vocal_-_Orfos_de_Deus_e_.html

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Donwloads de materiais

Bom gente, eu gostaria de lembrar a todos que nos arquivos do blog os materiais para donwloads estão ativos ainda. Então se você ainda não baixou dê uma visitada nos arquivos. Valeu !!!! Fiquem a vontade.

terça-feira, 20 de maio de 2008

FIM DOS TEMPOS

Jovem queria morrer para ir ao céu matar Jesus

Mais um quadro deplorável do nosso mundo. A notícia abaixo foi publicada hoje no Portal Terra.

Autoridades do Estado americano da Carolina do Sul pediram a um tribunal que um jovem seja avaliado psicologicamente depois que ele ameaçou causar uma explosão em sua escola para morrer e ir ao céu matar Jesus, segundo informa a agência EFE.

Ryan Schallenberger, 18 anos, foi detido e pode ser acusado de conspirar para usar uma arma de destruição em massa, o que pode levá-lo à prisão perpétua. "Sua conduta é estranha. É evidente que seu comportamento deve ser avaliado", disse Buddy Bethea.

O jovem teria dito a um oficial de Justiça que queria morrer. "Disse que a morte era melhor do que a vida", afirmou o agente Craig Towsend.

Schallenberger foi detido depois que seus pais recolheram no correio um pacote dirigido ao rapaz que continha nitrato de amônio, matéria prima de diversos explosivos.
Em casa, eles encontraram uma gravação que o filho havia feito para que escutassem depois de sua morte. O casal encontrou ainda um diário em que o jovem narrava suas experiências com explosivos.

“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto o poder”. II Timóteo 3:1-5.

Além de estar classificado entre alguns dos adjetivos acima, o jovem Ryan também está por fora da Bíblia. Ninguém, ao morrer, vai para o céu ou inferno. Vai para a sepultura. Os mortos dormem (João 11:11-13). Um dia acordarão. Todos eles. Bons e maus. “Os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” (João 5:29).

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Continuação

Cont - Parte II

Os Instrumentos de Percussão e a Música no Templo

Tanto a presença quanto a ausência do tambor em circunstâncias bíblicas específicas ajudam a compreender a questão do uso da bateria na adoração a Deus. Vamos analisar um relato específico, no qual foram utilizados instrumentos de percussão pelo povo de Israel, em um evento religioso.

Quando Davi planejou o transporte da Arca da Aliança, saindo de Quiriate-Jearim, fez planos sem consultar ao Senhor. O relato bíblico de Crônicas (tampouco o de Juízes 6) não menciona Davi consultando a Deus em nenhum momento; seja acerca dos métodos a serem utilizados no transporte, seja acerca da aprovação divina em trazer ou não a arca de volta. Em vez de consultar os sacerdotes, ele consultou seus comandantes (I Crônicas 13:1-2).

Mesmo assim, o intento de Davi é colocado em ação. Aparentemente tudo está correto! Um carro novo (último tipo!!!) é escolhido para o transporte, a orquestra improvisada toca música “harpas, e com saltérios, e com tamboris, e com pandeiros, e com címbalos” (II Samuel 6:5; ver também I Crônicas 13:8), Davi e todo o povo vibram em excitação e o rei é aclamado por seu feito religioso e heróico. Até que o imprevisível acontece. Os bois tropeçaram, a arca quase caiu e Uzá, um mero mortal, toca a arca e morre, fulminado pela ira do Altíssimo. O evento da morte de Uzá parece uma mensagem fortíssima ao rei de Israel; e este, inspirado pelo Espírito Santo, faz uma declaração não menos poderosa e cheia de compreensão do sinal de Deus: "Temeu Davi ao Senhor naquele dia, e disse: Como trarei a mim a arca de Deus?".(II Samuel 6:9; ver também I Crônicas 13:12)

Vemos assim que, por ocasião da primeira tentativa de transporte da arca, tudo deu errado, porque foram desconsideradas as instruções divinas, inclusive a respeito dos instrumentos a serem utilizados no louvor. “O ritmo da festa e da música fez Davi esquecer que só os levitas podiam conduzir a arca, e Uzá ignorar que não podia tocá-la. Os bois tropeçaram, a arca quase caiu e Uzá morreu ferido pelo Senhor (I Crônicas 13:9-10). Davi temeu e se perguntou: ‘Como trarei a mim a arca de Deus?’ (Crônicas 13:12) . Três meses depois, o rei juntou o povo para buscar a arca da casa de Obede-Edom, desta vez, ele orientou que ninguém conduziria a arca, senão os levitas (I Samuel15:16). Houve alegria mas, ao contrário da primeira tentativa, desta vez a banda musical não teve tambor, mas somente harpas, alaúdes e címbalos (I Crônicas 15:16).” (Vanderlei Dorneles, Cristãos em Busca do Êxtase, pp. 192-193).

Após a estabilização de Davi no poder, com todas as questões políticas e territoriais resolvidas, o rei Davi sabia que não viveria muito tempo para desfrutar esta paz. As batalhas, os problemas e suas muitas labutas o tinham envelhecido.

Assim, ele desejou fazer uma casa para o Senhor (II Samuel 7:1-3; I Crônicas 17:1-2; 22:7; 28:2). Mas Deus não o permitiu (II Samuel 7:4-17; I Crônicas 17:3-15). O motivo desta negativa foi o fato de Davi ter sido um homem de guerra, que havia derramado muito sangue (I Crônicas 22:8; 28:3). A casa de Deus deveria ser um lugar de paz, desde o projeto.

Entretanto, a Davi foi concedido o privilégio de fazer todos os preparativos para a construção do templo. Ele preparou todo o material de construção, os artífices, os líderes da obra (I Crônicas 22:2-5; 14-17). Ele entregou tudo nas mãos de Salomão e deu-lhe instruções de como o templo deveria ser construído (I Crônicas 22:6-13; 28:1-21).

Além destes preparativos, Davi, seguindo as instruções divinas, também instituiu o serviço levítico para o futuro templo. Em I Crônicas 23:2-5 lemos: “E reuniu a todos os príncipes de Israel, como também aos sacerdotes e levitas. E foram contados os levitas de trinta anos para cima; e foi o número deles, segundo as suas cabeças, trinta e oito mil homens. Destes havia vinte e quatro mil, para promoverem a obra da casa do Senhor, e seis mil oficiais e juízes, e quatro mil porteiros, e quatro mil para louvarem ao Senhor com os instrumentos, que eu fiz para o louvar, disse Davi.”

Pelo texto acima, podemos notar que, dentre as diversas funções dos levitas na supervisão e manutenção do trabalho no Templo, estava a música de adoração. Inclusive, é curioso notar que o próprio Davi havia criado instrumentos apropriados para a adoração.

O Uso da Percussão na Adoração à Luz da Bíblia - Parte I


Estarei disponibilizando aos poucos esse texto muito bom sobre bateria na igreja.

O Uso da Percussão na Adoração à Luz da Bíblia - Parte I

Levi de Paula Tavares


É bastante comum, ao conversarmos sobre as questões envolvidas na utilização da música na adoração, ouvirmos algumas declarações feitas com o objetivo de abonar o uso dos instrumentos de percussão na adoração, notadamente a utilização do conjunto de instrumentos de percussão, típico da música rock e seus derivados, conhecido por bateria. Algumas das declarações chegam a dizer que a Bíblia se cala quando o assunto é música.

Será realmente que a bíblia se cala quando o assunto é a música? Será que a bíblia tem respostas quanto ao uso de instrumentos de percussão na liturgia? É óbvio que a Bíblia não se cala a respeito das questões envolvidas no uso da musica, principalmente no uso da música na adoração a Deus. Na verdade, desde o cântico dos exércitos celestiais durante a Criação (Jó 38:6-7) até o grande coro dos remidos e dos anjos na majestosa recepção celestial aos salvos (Apocalipse 7:9-17), toda a Bíblia está repleta de citações relativas à música. Neste estudo, pretendo apresentar algumas idéias bíblicas a respeito da música, em especial a utilização de instrumentos de percussão na adoração.

Site do Folheto - Povai e Vede

Para quem não conheçe esse maravilhoso folheto. Agora existe o site que traz as belas e emocionantes testemunhos de bençãos no que diz respeito a fidelidade nos dízimos e ofertas.

http://www.provaievede.com.br/

Relatório da Montanha de Ferro


Artigo postado no blog: http://www.minutoprofetico.blogspot.com/

"Em 1963, uma comissão de alto nível - integrada por quinze eminentes pesquisadores, selecionados por seu alto saber e ilibada reputação - começou a reunir-se no local denominado Montanha de Ferro, perto de Nova York, por convocação provável do governo americano, para analisar, realística e objetivamente, as conseqüências que advirão para a humanidade se, e quando, for adotado universalmente um sistema permanente de paz.

"Após três anos e meio de estudos profundos e de sérias investigações sócio-científicas, o grupo deu por encerrados os trabalhos e emitiu unânime e sigiloso parecer, segundo o qual a paz definitiva, além de provavelmente inatingível, não seria útil à sociedade humana, cuja estabilidade - pelo menos no estágio atual - não pode prescindir da guerra.

"A Paz Indesejável (Original: Report from Iron Mountain, 1969) é o surpreendente e chocante relatório da comissão da Montanha de Ferro tornando ostensivo - sem qualquer corte - pela indiscrição de um de seus membros. Foi acrescido de material introdutivo explicativo, preparado pelo jornalista do The New Yorker, Leonard C. Lewin..." (Apresentação do livro)

"Leonard C. Lewin apresenta o livro como um verdadeiro furo. Uma vez, em agosto de 1963, um cientista social o procurou para lhe passar as conclusões do estudo feito por uma comissão da mais alta importância, convocada por Washington, para determnar, realística e precisamente, a natureza dos problemas que os Estados Unidos teriam de enfrentar se, e quando, o mundo atingir uma condição de paz permanente.

"As conclusões do relatório da comissão foram tão chocantes, que a própria comissão resolveu não as publicar. Em síntese, o relatório legitima a guerra... Este livro foi considerado pela maioria dos críticos, uma obra tão interessante, mas tão fictícia...

"E há ainda um depoimento impressionante. Trata-se do que disse a professora de sociologia da Universidade Estadual da Pensilvânia, Jessie Bernard: 'Antes de comentar este relatório, gostaria de corrigir um rumor errôneo. Na página 21, o autor declara que não havia mulheres na comissão. Acontece que fui membro do Grupo. Mas minhas contribuições eram tão contrárias ao tom das discussões... que, por consenso, me pareceu melhor pular fora'". (Nota do tradutor Luiz Orlando Carneiro).

Partes do relatório:

"A possibilidade da guerra fornece o senso de necessidade externa, sem o qual nenhum governo pode permanecer longamente no poder... A organização de uma sociedade para a possibilidade da guerra é seu principal estabilizador político" (p. 69).

"Em geral, o sistema de guerra dá a motivação básica para a organização social primária. Desta forma, ele reflete no nível social os incentivos do comportamento individual humano. O mais importante deles, para propósitos sociais, é o argumento psicológico individual para submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; uma causa requer um inimigo" (p. 73).

"Um substitutivo viável para a guerra como sistema social não pode ser uma mera charada simbólica. Ele deve envolver um risco real de destruição pessoal real, numa escala compatível com a envergadura e a complexidade dos modernos sistemas sociais. Credibilidade é a chave... a menos que forneça uma ameaça crível de vida e morte, não satisfará a função socialmente organizadora da guerra. A existência de uma ameaça externa aceita é, assim, essencial à coesão social, bem como à aceitação da autoridade política" (p. 76).

"A guerra é a principal força motivadora do desenvolvimento da ciência, em qualquer nível, desde o abstratamente conceitual ao estritamente tecnológico... Todas as descobertas importantes sobre o mundo natural foram inspiradas por necessidades militares, reais ou imaginárias, de suas épocas... Começando com o desenvolvimento do ferro e do aço, passando pelas descobertas das leis do movimento e da termodinâmica, à era da partícula atômica, do polímero sintético, e da cápsula espacial, nenhum progresso científico importante deixou de ser, pelo menos indiretamente, iniciado com uma exigência implícita de armamento" (p. 82).

"O projeto espacial mais ambicioso e fora da realidade não pode, por si só, gerar uma ameaça externa crível. Argumenta-se, fervorosamente, que uma tal ameaça poderia se constituir na última e melhor esperança de paz, unindo a humanidade contra o perigo de destruição por criaturas de outros planetas, ou do espaço sideral. Foram propostas experiências para testar a credibilidade de uma ameaça de invasão extraterrena; é possível que alguns dos mais inexplicáveis incidentes com discos voadores, nos últimos anos, sejam de fato experiências primárias desse tipo" (p. 95).

"Um substitutivo político efetivo da guerra exigiria inimigos substitutivos... Pode ser, por exemplo, que a brutal poluição do meio-ambiente possa eventualmente substituir a possibilidade de destruição em massa, através de armas nucleares, como a principal ameaça aparente à sobrevivência das espécies" (p. 96). [Minuto Profético: Será que qualquer semelhança com o "aquecimento global" é mera coincidência?]

"Um substitutivo de qualidade e magnitude críveis, deve ser encontrado, se uma transição para a paz é possível sem desintegração social. É mais provável, a nosso ver, que uma ameça tenha de ser inventada ao invés de ser criada a partir de condições desconhecidas" (p. 96, 97).

"É inteiramente possível que o desenvolvimento de uma forma sofisticada de escravidão possa ser um pré-requisito absoluto para o controle social, num mundo de paz" (p. 99).

NOTA: É impossível terminar a leitura deste relatório e não se lembrar dos dias de Noé: "Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração" (Gn 6:5). "Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem" (Mt 24:37). O tipo de "paz" que o mundo vai tentar construir em lugar do sistema de "guerra" será sem a presença e os ensinamentos do Príncipe da paz - Jesus Cristo. Por isso que a profecia adverte: "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição" (1Ts 5:3). As notícias atuais ("Aquecimento global", "Ovnis", "terrorismo") refletem as recomendações deste relatório na prática, e demonstram que a Volta de Cristo está mais perto do que nunca... Quem viver verá!! "Já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos" (Rm 13:11).